
O nome do restaurante, aberto na primavera, advém do motivo em flor do campo no mosaico de origem, restaurado por Arnaud Bradol. Este Bretão apaixonado por boa comida desperta o espírito das Halles com produtos de qualidade (manteiga Bordier, carnes de Hugo Desnoyer, legumes de Joël Thiébault e Annie Bertin,...) e, no subsolo, um clube de jazz e uma adega de charutos. O chef japonês Kiyoyuki Goya confecciona um cardápio de bistrô incrementado: carpaccio de vitelo no yuzu, tartare na faca e costela de vitela espessa, parmentier de rabo de boi com trufas e terrine de fígado gordo... E, em um registro mais leve, raviólis de lagostim em caldo de shimeji, alcachofras e berbigões de manjericão. À la carte: de 50 a 70 Euros.
49, rue Berger, Paris 1er (www.alamarguerite.com e +33 (0)1 40 28 00 00.)}}
Crédito foto: © À la Marguerite